Conheça a história de Ítalo

Um homem com vários problemas na sua família, na sua vida, na sua incansável busca de Vitória.

Altaneiros – Rogi Araújo

Ítalo tem muitos motivos para ser um homem revoltado. Talvez não é fácil perder o irmão, e anos depois ter a certeza de que George, seu pai, tem algo a ver com a morte de sua mãe. Abalado com tudo isso, também não mede palavras para destruir seu amor de infância, culpando Isabela de tudo, a deixando ir embora para Roraíma.

Preenchendo a vida solitária de vodca e saídas pelas noites, um dia é espancado nos fundos de uma boate por um segurança. Desde então deseja se vingar dele com a ajuda do amigo Jean. Mais tarde, quase não poderia reconhecer que a namorada do seu mais novo inimigo é Isabela. E esse reencontro pode colocar seus planos a perder.

No entanto, o que devia ser um acerto de contas do passado se torna numa troca de busca e vingança. Dessa forma tudo se torna ainda mais perigoso levando a vida – não somente de Ítalo – para um rumo evidentemente desconhecido.

+16
CONTÉM ABUSO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E VIOLÊNCIA.

Em breve no wattpad

Faltam 2 dias

Faltam dois dias para a publicação do primeiro capítulo de ALTANEIROS, meu novo livro. Em breve você poderá mergulhar numa história misteriosa, repleta de vingança e reviravoltas.

Dia 1 de Novembro de 2019 – primeiro capítulo de ALTANEIROS no wattpad.

Aos Nossos Pais

Perdoem a cara emburrada

Perdoem a falta de abraço

Perdoem a falta de afeto

Perdoem os pés descalços 

Perdoem o estresse diário 

Perdoem o silêncio

Perdoem a falta de um sorriso

Perdoem a falta de um abraço

Perdoem a falta de um eu te amo

Perdoem o esconderijo

Perdoem o celular na sala em meio a conversa

Perdoem o banho demorado.

Perdoem a saída sem avisar

Perdoem as escolhas 

Perdoem a cama desforrada

Perdoem o resto da comida

Perdoem o prato não lavado

Perdoem a ausência de amigos

Perdoem a rebeldia

Perdoem a preguiça

Perdoem o gasto de dinheiro

Perdoem as festas

Perdoem os relacionamentos

Perdoem o abandono

Perdoem a ingratidão

Perdoem impaciência

Perdoem a música alta

Perdoem não compreender.

São tempos difíceis.

AMANHECEU

“O NADA NAQUELE INSTANTE, ERA TUDO QUE SE PODIA PRESTAR ATENÇÃO.”

Primeiramente uma pergunta tinha que ser feita: Quem acordou primeiro?


Na verdade era uma reunião de palhas, da raiz cor creme queimada típica delas, que se espalharam durante o descanso.

O nada naquele instante era tudo que se podia prestar atenção, não havia o que fazer. Apenas esperar a preguiça deslizar para longe, até a noite chegar e como uma sombra retornar.

Nisso se tinha marcas expressando um nojo pela vida. Pular para fora dali simplesmente seria contra qualquer coisa que lhe arriscasse a ter vontade. A tarefa mais fácil foi por uma súbita fuga da noite mal dormida. Um privilégio ser interrompida. E no final se fazia outra pergunta, esta conjunta:

Quando como, que horas, sairia dali?

Mulher Acordando” – Eva Gonzalez
Pintora francesa (1849-1883)
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