“O NADA NAQUELE INSTANTE, ERA TUDO QUE SE PODIA PRESTAR ATENÇÃO.”
Primeiramente uma pergunta tinha que ser feita: Quem acordou primeiro?
Na verdade era uma reunião de palhas, da raiz cor creme queimada típica delas, que se espalharam durante o descanso.
O nada naquele instante era tudo que se podia prestar atenção, não havia o que fazer. Apenas esperar a preguiça deslizar para longe, até a noite chegar e como uma sombra retornar.
Nisso se tinha marcas expressando um nojo pela vida. Pular para fora dali simplesmente seria contra qualquer coisa que lhe arriscasse a ter vontade. A tarefa mais fácil foi por uma súbita fuga da noite mal dormida. Um privilégio ser interrompida. E no final se fazia outra pergunta, esta conjunta:
Quando como, que horas, sairia dali?

Pintora francesa (1849-1883)